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Nos carros das primeiras décadas do século passado, era muito comum serem colocados mascotes (enfeites) nos capôs.
Salvo o termômetro externo do Fordinho que era mais um utilitário do que enfeite, carros como Bugatti, Bentley, Packard, Plymouth, Cadillac e outros, chegavam a ostentar reais obras de arte em seus capôs, algumas levando até a assinatura de seu escultor na base. |
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Feitos em vidro de alta qualidade, prata, cristal, níquel e outras ligas metálicas, retratavam temas variados: nus, aves e animais de diferentes formas, figuras mitológicas, cometas. |
Muitas ficaram célebres como a cabeça de águia, preferida pelos oficiais nazistas, mas a mais famosa é o ícone SPIRIT OF ECSTASY (escultura de uma dama de braços abertos para trás, usando roupas esvoaçantes) praticamente “fundida” à marca Rolls Royce. |
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Símbolos de luxo e status, tais ornamentos têm deixado de incorporar novos modelos por diversas razões: estilo – o seu é suficientemente “chiquetérrimo” para desfilar um? Legislações de segurança – imagine ser atropelado ou atropelar um desses – custo de fabricação, roubo (rouba-se até emblemas da Volkswagen hoje em dia!) |
Parte da biografia do automóvel, com histórias bastante interessantes (pesquise e se surpreenderá!) resta apreciar exemplares remanescentes em automóveis antigos (+ de 50, 60 anos) em museus ou eventos de antigomobilismo. |
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Equipe www.balaoazulminiaturas.com.br
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